MOVIMENTO DE CIDADANIA www.facebook.com/nocoracaodacidade nocoracaodacidadesantarem@gmail.com
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Reunião com PSP
Face a um vasto conjunto de queixas que recebemos dos cidadãos, essencialmente relativos a estacionamento abusivo, limitação da mobilidade das pessoas, segurança de peões nomeadamente crianças, uma delegação do nosso movimento reuniu hoje com a comandante distrital da PSP.
Estamos a estudar hipóteses de iniciativas e continuamos recetivos a novas questões que nos coloquem.
Podem usar o e-mail: nocoracaodacidadesantarem@gmail.com
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Petição contra a poluição dos rios já passou as 1.500 assinaturas.
Veja este video, feito há alguns dias, sobre a poluição no Alviela.
- Descarregue a folha da petição [ clicando aqui: https://drive.google.com/file/d/0B9pS-c5HD3r9SDdBbHpWMkgtczQ/view ]e convidar os seus amigos e conhecidos a assinar e fazendo-nos chegar as folhas assinadas;
- Assinar diretamente na net aqui: http://peticaopublica.com/ pview.aspx?pi=PT79516;
- partilhar no seu facebook a partir do link: https://www.facebook. com/movimentoprotejo/posts/ 10153763233043376
Mais uma vez, Alviela cheio=poluição e descargas.
Publicado por Edgar Pinto em Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2016
"Feudos" de Samuel Pimenta - um texto a não perder.
" Feudos
Em conversa com algumas pessoas aqui da aldeia, apercebo-me cada vez mais do isolamento que esta região enfrenta, não só motivado pela morfologia do território, mas essencialmente pelo facto de os grandes centros de decisão do país, concentrados na capital, estarem alheios à valorização das povoações do interior.
Além da limitação de serviços disponíveis, seja na saúde ou na educação, do abandono dos jovens, que partem para as capitais de distrito ou para as cidades do litoral, ou do envelhecimento da população, deparei-me com a pouca oferta de emprego, em que alguns trabalhadores chegam a sujeitar-se a condições laborais inenarráveis por não terem alternativas, especialmente as mulheres operárias. As grandes empresas que existem pertencem a uma minoria de famílias endinheiradas, minoria essa pouco ou nada interessada na captação de investimento externo para a região, sob pena de ficarem sem mercado. Curioso que, se analisarmos pormenorizadamente, descobrimos que essa minoria é influente nos centros decisores regionais. Como o poder central se esqueceu que Portugal está além de Lisboa, uma região de enormes potencialidades como esta vai ficando à mercê das vontades de um grupo que parece pouco interessado no desenvolvimento de toda a comunidade. O cenário é ainda mais dantesco quando percebemos que não é só aqui que sucede, é por todo o país.
Portugal vive em República há mais de cem anos, mas viveu em Monarquia desde a sua fundação. As marcas dessa mentalidade que separava privilegiados de não privilegiados ainda são visíveis. Pior, por vezes parece que ainda se vive sob um regime organizado por feudos muito mal geridos, com direito a vassalagens, títulos e todos os salamaleques que existem e que ainda estão por inventar. Podemos ser uma República no papel, mas ainda precisamos de elevar muito as nossas consciências para nos olharmos, simplesmente, como iguais na nossa condição de humanos.
Pinheiro (Carregal do Sal), 12 de Janeiro de 2016 – 19h03m "
Em conversa com algumas pessoas aqui da aldeia, apercebo-me cada vez mais do isolamento que esta região enfrenta, não só motivado pela morfologia do território, mas essencialmente pelo facto de os grandes centros de decisão do país, concentrados na capital, estarem alheios à valorização das povoações do interior.
Além da limitação de serviços disponíveis, seja na saúde ou na educação, do abandono dos jovens, que partem para as capitais de distrito ou para as cidades do litoral, ou do envelhecimento da população, deparei-me com a pouca oferta de emprego, em que alguns trabalhadores chegam a sujeitar-se a condições laborais inenarráveis por não terem alternativas, especialmente as mulheres operárias. As grandes empresas que existem pertencem a uma minoria de famílias endinheiradas, minoria essa pouco ou nada interessada na captação de investimento externo para a região, sob pena de ficarem sem mercado. Curioso que, se analisarmos pormenorizadamente, descobrimos que essa minoria é influente nos centros decisores regionais. Como o poder central se esqueceu que Portugal está além de Lisboa, uma região de enormes potencialidades como esta vai ficando à mercê das vontades de um grupo que parece pouco interessado no desenvolvimento de toda a comunidade. O cenário é ainda mais dantesco quando percebemos que não é só aqui que sucede, é por todo o país.
Portugal vive em República há mais de cem anos, mas viveu em Monarquia desde a sua fundação. As marcas dessa mentalidade que separava privilegiados de não privilegiados ainda são visíveis. Pior, por vezes parece que ainda se vive sob um regime organizado por feudos muito mal geridos, com direito a vassalagens, títulos e todos os salamaleques que existem e que ainda estão por inventar. Podemos ser uma República no papel, mas ainda precisamos de elevar muito as nossas consciências para nos olharmos, simplesmente, como iguais na nossa condição de humanos.
Pinheiro (Carregal do Sal), 12 de Janeiro de 2016 – 19h03m "
sábado, 9 de janeiro de 2016
Antecipação da descontinuidade da atividade industrial da Unicer em Santarém
Comunicado da CT
Leça do Balio, 08 de Janeiro de 2016
A Comissão de Trabalhadores da Unicer, surpreendida pelo anúncio da Administração, no dia de ontem, da antecipação do encerramento da fábrica de Santarém para o fim do mês de Janeiro, consultando e ouvindo a posição dos Trabalhadores durante o dia de hoje, informa o seguinte:
A operação da fábrica de Santarém, pela sua particularidade de segmentação de mercado sobre a área dos sumos e refrigerantes, não sofre influência da quebra de volume de exportação para Angola pelo facto de este mercado se apoiar totalmente nas cervejas. Da mesma forma, em termos globais, nunca a Unicer necessitou de reforçar os seus quadros de pessoal por força do aumento da exigência do mercado Angolano e a operação foi sempre sendo suportada por um aumento da solicitação de trabalho aos quadros existentes, nomeadamente com recurso à agilização das escalas de equipas de produção e aumento de trabalho extraordinário. Assim, deixa de representar validade o argumento que se debruça sobre a quebra de mercado Angolano com efeitos de causalidade;
A operação do Centro de Produção de Santarém, pelos dados de 2014, representa ganhos líquidos económicos que contribuem também para os resultados globais amplamente
propagandeados pela Unicer e que resultaram num lucro efectivo de 33 milhões de euros distribuídos em dividendos pelos Acionistas. Desta forma, a Unicer declara que decide encerrar a operação de uma fábrica rentável;
No início de 2015, o então CEO da Unicer, Dr João Abecasis, em discussão com esta Comissão de Trabalhadores na abordagem às inerências da quebra do mercado Angolano, numa lógica do que verdadeiramente deve constituir a gestão de uma grande empresa e a inclusão dos Trabalhadores na tomada de decisões, indicou uma série de medidas a tomar com vista à agilização dos sectores e poupança económica deixando a garantia de que jamais incidiriam sobre as pessoas e os seus postos de trabalho. Na mesma linha, sobre a viabilidade do centro de produção de Santarém, garantiu-nos que a continuidade da fábrica dependeria unicamente
da sua viabilidade económica, viabilidade essa que se veio a comprovar com dados da própria Unicer;
Pelos motivos acima, esta Comissão de Trabalhadores reitera o juízo de que a decisão anunciada em Outubro representa mera opção estratégica e economicista apoiada na
concentração da operação em Leça do Balio, ainda que para isso esteja a entregar a um concorrente a garantia da defesa do interesse das suas marcas de sumos e refrigerantes e sentencie dessa forma o fim do posto de trabalho de mais de 70 Trabalhadores e hipoteque assim as suas vidas;
Ainda na abordagem à conduta da Administração da Unicer neste processo, lembramos a falácia em que todo o departamento de comunicação se apoiou, a título de almofada moral, em todas as comunicações que fez à Comunicação social ao referir que estavam garantidos cerca de metade dos postos de trabalho por inerência da mobilidade interna de dez Trabalhadores para Leça do Balio e a suposta garantia de colocação de mais vinte e cinco no “parceiro” que assegura a operação, sofisma recentemente desmontado pelo próprio “parceiro” numa notícia do Jornal Publico, onde o seu Diretor Geral garante que não há qualquer compromisso com a Unicer a esse nível e que prezam a manutenção dos seus “níveis low cost” de produção;
Por estes motivos, e por não excluirmos a possibilidade de este anúncio de antecipação do fecho da fábrica de Santarém estar previamente decidido pela Administração da Unicer e visar o efeito surpresa sobre as organizações de representação dos seus Trabalhadores, indicamos o carácter de Urgência aos pedidos de audiência que fizemos junto do Ministério da economia a fim de indagarmos acerca das garantias e contrapartidas assumidas pela Unicer para usufruto dos fundos comunitários que, nos últimos anos e referentes apenas à Unicer Bebidas SA, ascendem a mais de 60 milhões de euros;
No mesmo sentido, encetámos contactos com os Eurodeputados Portugueses no sentido de esclarecerem junto da Comissão Europeia todos os pormenores que balizam este tipo de situações tendo já sido remetida essa pergunta à CE pela eurodeputada Inês Zuber do Partido Comunista e estando também nesse processo a eurodeputada Ana Gomes do Partido Socialista. Estas acções e contactos assumem a legitimidade da força que nos dá a confirmação de que estes contratos de financiamento estão obrigados a garantias de empregabilidade pelas empresas como ainda hoje referiram os deputados Nuno Serra, Teresa Leal Coelho e Duarte Marques do PSD na interpelação feita hoje na Assembleia da República ao Ministro da Economia;
Salientamos ainda a preocupação desta CT sobre a justiça dos benefícios fiscais concedidos à Unicer nos últimos anos nomeadamente no que concerne à criação de emprego, como apontam também hoje os Deputados Socialistas António Gameiro, Idália Serrão e Hugo Costa, onde entre outras questões abordam também a falta de clareza na garantia de colocação dos 25 Trabalhadores na Font Salem;
Por fim, ainda no âmbito da desmistificação da atitude caritativa da Administração da Unicer, salientamos o facto de, num claro ataque ao direito à greve dos seus Trabalhadores, não ter pago a primeira prestação do “prémio de operação” àqueles que optaram por participar na acção de luta e protesto do passado dia 15 de Dezembro quando, à altura do anúncio, a garantia de pagamento assentava apenas no pressuposto do cumprimento de níveis normais de produção.
Desta compilação de factores e perante as evidências, entende a Comissão de Trabalhadores que interessa continuar a garantir o cumprimento da legalidade e a contínua salvaguarda do interesse dos Trabalhadores.
A Comissão de Trabalhadores da Unicer Bebidas S.A.
Leça do Balio, 08 de Janeiro de 2016
A Comissão de Trabalhadores da Unicer, surpreendida pelo anúncio da Administração, no dia de ontem, da antecipação do encerramento da fábrica de Santarém para o fim do mês de Janeiro, consultando e ouvindo a posição dos Trabalhadores durante o dia de hoje, informa o seguinte:
A operação da fábrica de Santarém, pela sua particularidade de segmentação de mercado sobre a área dos sumos e refrigerantes, não sofre influência da quebra de volume de exportação para Angola pelo facto de este mercado se apoiar totalmente nas cervejas. Da mesma forma, em termos globais, nunca a Unicer necessitou de reforçar os seus quadros de pessoal por força do aumento da exigência do mercado Angolano e a operação foi sempre sendo suportada por um aumento da solicitação de trabalho aos quadros existentes, nomeadamente com recurso à agilização das escalas de equipas de produção e aumento de trabalho extraordinário. Assim, deixa de representar validade o argumento que se debruça sobre a quebra de mercado Angolano com efeitos de causalidade;
A operação do Centro de Produção de Santarém, pelos dados de 2014, representa ganhos líquidos económicos que contribuem também para os resultados globais amplamente
propagandeados pela Unicer e que resultaram num lucro efectivo de 33 milhões de euros distribuídos em dividendos pelos Acionistas. Desta forma, a Unicer declara que decide encerrar a operação de uma fábrica rentável;
No início de 2015, o então CEO da Unicer, Dr João Abecasis, em discussão com esta Comissão de Trabalhadores na abordagem às inerências da quebra do mercado Angolano, numa lógica do que verdadeiramente deve constituir a gestão de uma grande empresa e a inclusão dos Trabalhadores na tomada de decisões, indicou uma série de medidas a tomar com vista à agilização dos sectores e poupança económica deixando a garantia de que jamais incidiriam sobre as pessoas e os seus postos de trabalho. Na mesma linha, sobre a viabilidade do centro de produção de Santarém, garantiu-nos que a continuidade da fábrica dependeria unicamente
da sua viabilidade económica, viabilidade essa que se veio a comprovar com dados da própria Unicer;
Pelos motivos acima, esta Comissão de Trabalhadores reitera o juízo de que a decisão anunciada em Outubro representa mera opção estratégica e economicista apoiada na
concentração da operação em Leça do Balio, ainda que para isso esteja a entregar a um concorrente a garantia da defesa do interesse das suas marcas de sumos e refrigerantes e sentencie dessa forma o fim do posto de trabalho de mais de 70 Trabalhadores e hipoteque assim as suas vidas;
Ainda na abordagem à conduta da Administração da Unicer neste processo, lembramos a falácia em que todo o departamento de comunicação se apoiou, a título de almofada moral, em todas as comunicações que fez à Comunicação social ao referir que estavam garantidos cerca de metade dos postos de trabalho por inerência da mobilidade interna de dez Trabalhadores para Leça do Balio e a suposta garantia de colocação de mais vinte e cinco no “parceiro” que assegura a operação, sofisma recentemente desmontado pelo próprio “parceiro” numa notícia do Jornal Publico, onde o seu Diretor Geral garante que não há qualquer compromisso com a Unicer a esse nível e que prezam a manutenção dos seus “níveis low cost” de produção;
Por estes motivos, e por não excluirmos a possibilidade de este anúncio de antecipação do fecho da fábrica de Santarém estar previamente decidido pela Administração da Unicer e visar o efeito surpresa sobre as organizações de representação dos seus Trabalhadores, indicamos o carácter de Urgência aos pedidos de audiência que fizemos junto do Ministério da economia a fim de indagarmos acerca das garantias e contrapartidas assumidas pela Unicer para usufruto dos fundos comunitários que, nos últimos anos e referentes apenas à Unicer Bebidas SA, ascendem a mais de 60 milhões de euros;
No mesmo sentido, encetámos contactos com os Eurodeputados Portugueses no sentido de esclarecerem junto da Comissão Europeia todos os pormenores que balizam este tipo de situações tendo já sido remetida essa pergunta à CE pela eurodeputada Inês Zuber do Partido Comunista e estando também nesse processo a eurodeputada Ana Gomes do Partido Socialista. Estas acções e contactos assumem a legitimidade da força que nos dá a confirmação de que estes contratos de financiamento estão obrigados a garantias de empregabilidade pelas empresas como ainda hoje referiram os deputados Nuno Serra, Teresa Leal Coelho e Duarte Marques do PSD na interpelação feita hoje na Assembleia da República ao Ministro da Economia;
Salientamos ainda a preocupação desta CT sobre a justiça dos benefícios fiscais concedidos à Unicer nos últimos anos nomeadamente no que concerne à criação de emprego, como apontam também hoje os Deputados Socialistas António Gameiro, Idália Serrão e Hugo Costa, onde entre outras questões abordam também a falta de clareza na garantia de colocação dos 25 Trabalhadores na Font Salem;
Por fim, ainda no âmbito da desmistificação da atitude caritativa da Administração da Unicer, salientamos o facto de, num claro ataque ao direito à greve dos seus Trabalhadores, não ter pago a primeira prestação do “prémio de operação” àqueles que optaram por participar na acção de luta e protesto do passado dia 15 de Dezembro quando, à altura do anúncio, a garantia de pagamento assentava apenas no pressuposto do cumprimento de níveis normais de produção.
Desta compilação de factores e perante as evidências, entende a Comissão de Trabalhadores que interessa continuar a garantir o cumprimento da legalidade e a contínua salvaguarda do interesse dos Trabalhadores.
A Comissão de Trabalhadores da Unicer Bebidas S.A.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Petição prossegue a bom ritmo, vamos também à recolha em papel
1.100 ASSINATURAS JÁ ESTÃO!
Os rios são de todos - participe!
Esta é uma iniciativa da plataforma proTEJO que agrupa vários movimentos e onde temos vindo a participar.
( foto de José Freitas https://www.facebook.com/jafreitas100 )
( todas as informações aqui: http://nocoracaodacidade-santarem.blogspot.pt/2016/01/lancada-peticao-contra-poluicao-do-tejo.html )
Os rios são de todos - participe!
Esta é uma iniciativa da plataforma proTEJO que agrupa vários movimentos e onde temos vindo a participar.
( foto de José Freitas https://www.facebook.com/jafreitas100 )
( todas as informações aqui: http://nocoracaodacidade-santarem.blogspot.pt/2016/01/lancada-peticao-contra-poluicao-do-tejo.html )
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Lançada petição contra a poluição do Tejo e seus afluentes - apoie
Como é do conhecimento de quem nos acompanha, o Movimento "No Coração da Cidade - Santarém" tem-se também empenhado na causa ambientalista tendo participado em várias iniciativas. Apoiámos o protesto ibérico contra a poluição no Tejo e seus afluentes, desenvolvemos várias iniciativas de sensibilização e temos vindo a participar na plataforma proTEJO que agrupa movimentos, pessoas, instituições...
( imagem de iniciativa de setembro passado com divulgação a partir de uma foto de António Kool: https://www.facebook.com/antoniokool.photographer?fref=ts )
Depois de variadas denúncias dos movimentos lança-se agora uma iniciativa MUITO IMPORTANTE: UMA PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
As petições apenas necessitam de 4.000 assinaturas para irem a debate na AR. Assim, apelamos à sua colaboração e ajuda. Pode:
- Reencaminhar a mensagem;
- Descarregar a folha da petição [ clicando aqui: https://drive.google.com/file/d/0B9pS-c5HD3r9SDdBbHpWMkgtczQ/view ]e convidar os seus amigos e conhecidos a assinar e fazendo-nos chegar as folhas assinadas;
- Assinar diretamente na net aqui: http://peticaopublica.com/ pview.aspx?pi=PT79516;
- partilhar no seu facebook a partir do link: https://www.facebook. com/movimentoprotejo/posts/ 10153763233043376
do face ou do blogue do nosso movimento.
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